Clínica de Oftalmologia no Rio de Janeiro

1) O que é isso?
O oftalmologista é o médico especialista cuja função é preservar a saúde ocular e estabelecer a melhor visão possível para os pacientes, diagnosticar e tratar patologias nos olhos e seus anexos (clinicamente ou cirurgicamente), promovendo a prevenção de patologias oculares e a prescrição de lentes corretivas para otimizar A visão longe e perto.

2) Como é o dia a dia?
A rotina dos oftalmologistas é muito variada. Por ser uma especialidade clínica e cirúrgica, o oftalmologista pode estabelecer o seu dia a dia de acordo com sua preferência, e mesmo para cirurgiões, a rotina clínica / ambulatorial é fundamental. As consultas têm etapas bem definidas e requerem movimento constante do médico de um dispositivo para o outro. Uma consulta básica consiste em:

– Acuidade visual: medida objetiva da visão do paciente.
– Refração: medição do “grau” do paciente, que pode ser realizada de forma automática com um auto-refractor, ou manual com um retinoscópio ou um esquistóscopo, e depois confirmado subjetivamente no refrator dos Verdes (esse tempo em que perguntamos se uma lente for melhor).
– Biomicroscopia: que é a observação das estruturas oculares com maior aumento em um dispositivo chamado “lâmpada de fenda”
– Tonometria: medição da pressão intraocular, realizada com o tonómetro, normalmente acoplado à lâmpada de fenda
– Fundoscopia: exame do fundo do olho, que pode ser com ou sem dilatação da pupila, de três maneiras:

com uma lente de dioptría de 70 ou 90 na lâmpada de fenda (biomicroscopia de fundo)
com o oftalmoscópio direto ou
com o oftalmoscópio indireto (o último, com dilatação da pupila, também conhecido como mapeamento da retina porque permite o exame de toda a retina)
Outros exames básicos, como avaliação de reflexos pupilares e sensação cromática, podem ou não ser realizados de acordo com a indicação de cada paciente. A duração de uma consulta varia muito, seja pelas tabelas (que podem ser simples ou complexas), bem como pela própria condição física do paciente e tolerância aos exames.

 

3) Oportunidades de trabalho:
O oftalmologista possui uma ampla gama de opções de trabalho, pois ele pode realizar apenas a parte clínica, se ele quiser, ou também realizar exames e cirurgias complementares. Pode-se trabalhar para outros colegas ganhando uma porcentagem de produção ou com salário fixo por período, ou têm seus próprios negócios. Quanto ao emprego nos hospitais, serviços de opinião e emergência podem ser prestados a hospitais privados ou ser contratados em um hospital da rede pública, geralmente através de propostas ou contratos temporários.

4) Número de especialistas:
Um censo conduzido pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) em 2014 revelou que no Brasil há 16.395 especialistas, mas como aproximadamente 6% atendem em mais de uma cidade, com a finalidade de distribuição, o número pode ser ajustado para aproximadamente 17.500 oftalmologistas ao longo de território nacional do país.

 

5) Curiosidade (s):
– O investimento médio em celulares para configurar um escritório básico é de aproximadamente R $ 60.000,00 (somente aparelhos). Mas a despesa pode ser muito maior. Por exemplo, alguns dispositivos mais recentes na subespecialidade que eu escolhi, retina, podem atingir cerca de US $ 1.000.000, e instrumentos cirúrgicos de última geração em cirurgia refrativa, até às vezes esse número.

– Não é tão boa a curiosidade que, ao contrário de outros especialistas, a rotina é muito trabalhosa. É verdade que é muito comum não fazer ou confiar em mudanças na especialidade, mas lidar com um sentido tão importante como a visão é algo às vezes bastante psicologicamente intenso. Dar ao paciente a notícia de uma previsão reservada sobre a visão é uma tarefa árdua. Quando falo com residentes, às vezes comparo (em menor grau, é claro) com o difícil papel de comunicar a morte, mas a diferença é que nos comunicamos ao próprio paciente. Este é o nosso “pior momento” e não termina, uma vez que é muito frequente que o paciente continue procurando alternativas a imagens que às vezes não são solucionáveis ​​pelas nossas mãos.

6) Especialidades correlatas:
Reumatologia, com várias manifestações oculares em doenças reumatológicas;
Endocrinologia, com alterações devido a diabetes e doenças da tiróide;
Geriatria, com a crescente incidência de doenças oculares relacionadas à idade, como a degeneração macular e a própria catarata;
Cardiologia com manifestações oculares de hipertensão arterial sistêmica


7) Área de prática:
Dentro da Oftalmologia existem várias sub especialidades, tais como: córnea, refração, plástico ocular, retina, glaucoma, catarata, segmento anterior, doenças externas, lentes de contato, estrabismo e uveíte. Sem mencionar as possíveis ramificações dentro de cada um deles. Como um excelente amigo de residência, o Dr. Jean Fogaça, diria com sua inteligência e senso de humor: “O oftalmologia é maior do que o próprio remédio”.

 

Quer saber mais sobre oftalmologia? Confira o site da http://americasoftalmocenter.com/

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